Pelo menos 11 pessoas foram contaminadas por metais pesados como níquel e arsênio em Barra Longa, região Central de Minas, revelam exames realizados pelo Instituto Saúde e Sustentabilidade. O documento foi enviado ao Ministério Público pela Fundação Renova, responsável pelas ações de reparação às vítimas atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana. Conforme publicação da  BBC Brasil, que teve acesso ao texto, ainda não é suficiente para estabelecer uma relação causal entre a intoxicação e o desastre de Mariana, devido ao número pequeno de participantes, mas pode contribuir com estudos mais aprofundados.

Em nota, a Fundação Renova informou que está empenhada em avaliar os eventuais riscos à saúde humana decorrentes do rompimento da barragem e, em um novo esforço para investigar a situação, dentro de uma série de estudos epidemiológicos e toxicológicos em toda a área impactada, foi aberta uma chamada técnica. O objetivo é identificar eventuais contaminantes, rotas de exposição e populações expostas aos compostos químicos, além de estabelecer as implicações para a saúde humana. O rompimento da barragem deixou 19 mortos e contaminou as águas do Rio Doce em 2015.

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